A arte de esnobar II & a mania de poder.

Por determinado tempo no blog houve um post falando sobre a arte de esnobar. Pessoas que acham que existem para serem levadas como paradigma para as outras.

Há algo indestrutível dentro do ser humano, que se chama arrogância e orgulho. A arrogância acompanha toda a parte esnobe, e quem diria que o orgulho leva à loucura? É mania de poder, gente "cheia de querer", essas cenas bem comuns em Super Nanny, onde o neném começa a gritar quando não consegue o que quer, no caso, o mimo.

E não é de se espantar que até quando crescem essas crianças vêm acompanhada daquela mesquinhez que os pais lhe atribuíam sem perceber, é como se fosse uma herança carregada por toda a eternidade. Não vou "hipocretizar" a história dizendo que não fui mimada, sou filha única e também já fiz (e as vezes faço, assumindo) manha. Porém quando o assunto chega a decidir o futuro de determinado indivíduo a história complica, e é aí que se estragam as grandes torres familiares carregadas de afeição.

São qualidades do ser humano que fazem com que ele sinta orgulho de si próprio e de seus semelhantes. Parece que quando essa vaidade não é levada em conta, a vida leva ao fracasso e à má realização de todas as metas traçadas durante a juventude. E Freud já explicava complexos e transtornos de personalidade como se conhecesse todos por experiência própria.

E o que seria feito quando fracassamos por causa de decisões alheias? É duvidoso quando uma pessoa tenta se apoderar da vontade de outras. Ou seja, venha a mim o meu reino, seja feita a minha vontade, até que a morte os separe, amém.

Fica impossível enxergar, agora, as qualidades de alguém que não teve opinião e vontade própria para conquistar seus patrimônios e construções sociais.

Nós espectadores de cenas assim, comuns, simplesmente assistimos, como um público quando não pode vaiar o time adversário. O réu senta, anda, come, bebe e dorme sob controle remoto sendo assistido a cada passo.

O mais engraçado é quando fica difícil de assumir que o que mais dá prazer à certas pessoas é poder botar os outros aos seus pés. Mas é de praxe: quanto mais na merda mexe, mais a merda fede. E como sempre as relíquias ficam pelo resto da vida guardadas em seus quartos(vulgo prisão).

Analogias: por mim.




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Lilian Britto
quarta-feira, agosto, 2008 @ 18:21
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Oi, tudo bem? Hummm, tema interessante esse. Conheço várias pessoas com esse sintoma (esnobes), e sinceramente evito me relacionar c gente assim… Evito porque simplesmente não consigo guardar pra mim certas coisas, eu acabo falando… E depois fico chateada por ter falado (eu e minha maldita sinceridade…rs). Adorei te conhecer viu! Beijos, tenha uma linda semana, fique com Deus.


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Alice Farias
terça-feira, agosto, 2008 @ 16:09
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Vai, vai, faz qualquer dia!
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